segunda-feira, 7 de junho de 2010

Pequeno Notável

Armazenar e transportar um volume grande de informações ficou mais fácil com o pendrive Data Traveler 310, da Kingston. O DT 310 tem capacidade para armazenar nada menos que 256GB. Isso equivale a 365 CDs, 54 DVDs ou 51 mil imagens. O DT 310 tem garantia de cinco anos e conta com suporte técnico gratuito. O pendrive tem o valor salgadinho de R$3.990.




www.kingston.com/brasil

domingo, 6 de junho de 2010

Uma biblioteca em um chip




Imagine um livro de 400 páginas. Agora imagine não apenas um, mas 2,5 milhões desses livros. Para ajudar, saiba que o acervo bibliográfico da USP (Universidade de São Paulo), que é um dos maiores do mundo, tem pouco mais de dois milhões de livros - e só uma parcela pequena deles tem 400 páginas.
Agora, cientistas acabam de demonstrar uma tecnologia que permite colocar todas as informações desses nossos imaginados 2,5 milhões de livros de 400 páginas dentro de um único chip - e de um chip que caberia na palma da sua mão.


Nanopontos magnéticos


"Nós criamos nanopontos magnéticos que armazenam um bit de informação cada um, permitindo armazenar um bilhão de páginas de informações em um chip de uma polegada quadrada," explica o Dr. Jay Narayan, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
Nanopontos são ímãs incrivelmente pequenos, fabricados com um único cristal extremamente puro, criando sensores magnéticos que podem ser integrados diretamente em um chip de silício.
Esses nanopontos, medindo apenas seis nanômetros de diâmetro cada um, podem ser fabricados de maneira uniforme, com orientação definida.


Níquel, ferro e platina



Como cada nanoponto é um ímã, ele tem polos norte e sul. Esses polos podem ser invertidos com a aplicação de um campo magnético externo, permitindo a gravação de dados binários, exatamente como nos discos rígidos - só que ocupando uma área muito menor, elevando drasticamente a densidade de dados por área.
A equipe do Dr. Narayan demonstrou a viabilidade da fabricação dos nanopontos e a confiabilidade dos dados magnéticos armazenados neles.
A pesquisa demonstrou a possibilidade de fabricação dos nanopontos magnéticos a partir de cristais de níquel, níquel-platina e ferro-platina, crescidos na forma de um filme fino por uma técnica chamada deposição a laser pulsado.


Leitura do chip-biblioteca


Mas, como se trata de uma forma de armazenamento totalmente nova, as "cabeças de leitura" ainda não estão prontas. Este é o próximo passo da pesquisa.
Os cientistas afirmam que a tecnologia de leitura a laser parece ser a mais promissora para permitir a interação efetiva com os nanopontos de forma a ler seus dados com precisão.


Nanopontos


Existem vários tipos de nanopontos, que estão sendo estudados com várias finalidades. A aplicação de cada um depende de sua composição.
Os nanopontos magnéticos têm grande potencial para uso no armazenamento digital de dados, como agora demonstrado pela equipe do Dr. Narayan, garantindo uma densidade de dados que poderá viabilizar o que ele chama de "biblioteca em um chip."
Pesquisadores coreanos estão utilizando nanopontos de ouro para otimizar o rendimento de células solares.
Os nanopontos de ouro também estão sendo pesquisados para uso em pesquisas biomédicas. Ao contrário dos pontos quânticos semicondutores, eles são solúveis em água, podendo ser úteis para o rastreamento de células in vivo.








Conhecendo o Disco Rígido (HD)

Definição: disco rígido ou HD (Hard Disk) - dispositivo de armazenamento de dados mais usado nos computadores.

Características e funcionamento dos HDs

Surgimento

1)Um dos primeiros HDs que se tem notícia é o IBM 305 RAMAC(1956), era capaz de armazenar até 5 MB de dados (um avanço para a época) e possuía dimensões enormes: 14 x 8 polegadas. Seu preço também não era nada convidativo: o 305 RAMAC custava cerca de 30 mil dólares.
2) Ex de HD velho: disco rígido utilizado pelo Metrô de São Paulo em seus primeiros anos:

Definição: disco rígido ou HD (Hard Disk) - dispositivo de armazenamento de dados mais usado nos computadores.

Componentes de um HD

1) caixas são seladas - armazenam os discos. Não têm nem ar internamente, pois não podem conter qualquer tipo de material que possa danificar os discos, já que estes são bastante sensíveis.
2) placa lógica (contém controladora, buffer)
a) Controladora - placa com chips responsáveis por gerencia uma série de itens do HD, como a movimentação dos discos e das cabeças de leitura/gravação (mostradas adiante), o envio e recebimento de dados entre os discos e o computador, e até rotinas de segurança.
b) Buffer - Cabe a ele a tarefa de armazenar pequenas quantidades de dados durante a comunicação com o computador. Como esse chip consegue lidar com os dados de maneira mais rápida que os discos rígidos, ele agiliza o processo de transferência de informações. tamanhos médios de 2 MB e 8 MB.
3) Componentes Internos: Estes são detalhados logo abaixo da imagem:


Características e funcionamento dos HDs


a) Pratos e motor: Os pratos são os discos onde os dados são armazenados. Eles são feitos de alumínio (ou de um tipo de cristal) recoberto por um material magnético e por uma camada de material protetor. Quanto mais trabalhado for o material magnético (ou seja, quanto mais denso), maior é a capacidade de armazenamento do disco. Note que os HDs com grande capacidade contam com mais de um prato, um sobre o outro. Eles ficam posicionados sob um motor responsável por fazê-los girar. Velocidades comuns: 7.200 rpm e 10.000 rpm;

b) Cabeça e braço: os HDs contam com um dispositivo muito pequeno chamado cabeça (bou cabeçote) de leitura e gravação. Trata-se de um item de tamanho reduzido que contém uma bobina que utiliza impulsos magnéticos para manipular as moléculas da superfície do disco, e assim gravar dados. Há uma cabeça para cada lado dos discos. Esse item é localizado na ponta de um dispositivo denominado braço, que tem a função de posicionar os cabeçotes sob a superfície dos pratos. Olhando por cima, tem-se a impressão de que a cabeça de leitura e gravação toca nos discos, mas isso não ocorre. Na verdade, a distância entre ambos é extremamente pequena. A "comunicação" ocorre pelos já citados impulsos magnéticos;

c) Atuador: também chamado de voice coil, o atuador é o responsável por mover o braço sob a superfície dos pratos, e assim permitir que as cabeças façam o seu trabalho. Para que a movimentação ocorra, o atuador contém em seu interior uma bobina que é "induzida" por imãs.

Gravação e leitura de dados

A superfície de gravação dos pratos é composta de materiais sensíveis ao magnetismo (geralmente, óxido de ferro). O cabeçote de leitura e gravação manipula as moléculas desse material através de seus pólos. Para isso, a polaridade das cabeças muda numa freqüência muito alta: quando está positiva, atrai o pólo negativo das moléculas e vice-versa. De acordo com essa polaridade é que são gravados os bits (0 e 1). No processo de leitura de dados, o cabeçote simplesmente "lê" o campo magnético gerado pelas moléculas e gera uma corrente elétrica correspondente, cuja variação é analisada pela controladora do HD para determinar os bits.

Para a "ordenação" dos dados no HD, é utilizado um esquema conhecido como "geometria dos discos". Nele, o disco é "dividido" em cilindros, trilhas e setores:




Ilustração de geometria de disco


Definições:

a) Trilhas: são círculos que começam no centro do disco e vão até a sua borda, como se estivesse um dentro do outro. Essas trilhas são numeradas de dentro para fora, isto é, a trilha que fica mais próxima ao centro é denominada trilha 0, a trilha que vem em seguida é chamada trilha 1 e assim por diante, até chegar à trilha da borda.
b) Setor: Dividisão de tamanho regular da trilha. Possui uma determinada capacidade de armazenamento (geralmente, 512 bytes). É a menor porção endereçavel do disco
c) Cilindro: é a posição das cabeças sobre as mesmas trilhas de seus respectivos discos.
d) Clusters: vários setores (logicamente) contíguos
e) Seeking: movimentação da cabeça de R/W - parte mais lenta da operação.
f) interleaving: forma de org. de setores em trilha onde eles são distribuidos em setores lógicos diferentes.
g) Extents: caso seja necessário + cluster pro msm arq. e estiver disponível me seqüência...
h) Fragmentação - Frag. interna - perda de espaço por não fragmentação do arquivo (setor tem 512kb e o arquivo 300kb)...
i) formatação: preparar os discos para receber dados.
i.1)Física: "divisão" dos discos em trilhas e setores(feito na fábrica)
i.2)Lógica: aplicação de um sistema de arquivos apropriado a cada sistema operacional(FAT, NTFS,Ext3, ReiserFS)

Os HDs são conectados ao computador através de interfaces capazes de transmitir os dados entre um e outro de maneira segura e eficiente. Há várias tecnologias para isso, sendo as mais comuns os padrões IDE, SCSI e, mais recentemente, SATA.

A interface IDE (Intelligent Drive Electronics ou Integrated Drive Electronics) também é conhecida como ATA (Advanced Technology Attachment) ou, ainda, PATA (Parallel Advanced Technology Attachment). Trata-se de um padrão que chegou para valer ao mercado na época da antiga linha de processadores 386.

Como a popularização desse padrão, as placas-mãe passaram a oferecer dois conectores IDE (IDE 0 ou primário e IDE 1 ou secundário), sendo que cada um é capaz de conectar até dois dispositivos. Essa conexão é feita ao HD (e a outros dispositivos compatíveis com a interface) por meio de um cabo flat (flat cable) de 40 vias (foto abaixo). Posteriormente, chegou ao mercado um cabo flat de 80 vias, cujas vias extras servem para evitar a perda de dados causada por ruídos (interferência).

Em relação às interfaces SCSI e SATA, elas possuem matérias exclusivas aqui no InfoWester. Clique nos seguintes links para acessá-las:

- Interface SCSI;
- Interface SATA.
Cabo flat de 40 vias. Note que ele possui dois conectores
Tecnologias ATAPI e EIDE

Na interface IDE, também é possível conectar outros dispositivos, como unidades de CD/DVD e zipdrives. Para que isso ocorra, é utilizado um padrão conhecido como ATAPI (Advanced Technology Attachment Packet Interface), que funciona como uma espécie de extensão para tornar a interface IDE compatível com os dispositivos mencionados. Vale frisar que o próprio computador, através de seu BIOS e/ou do chipset da placa-mãe, reconhece que tipo de aparelho está conectado em suas entradas IDE e utiliza a tecnologia correspondente (ATAPI para unidades de CD/DVD e outros, ATA para discos rígidos).

Como já dito, cada interface IDE de uma placa-mãe pode trabalhar com até dois dispositivos simultaneamente, totalizando quatro. Isso é possível graças a EIDE (Enhanced IDE), uma tecnologia que surgiu para aumentar a velocidade de transmissão de dados dos discos rígidos e, claro, permitir a conexão de dois dispositivos em cada IDE.
Entradas IDE de uma placa-mãe
Conectores IDE em uma placa-mãe

É importante frisar que a tecnologia EIDE tem dois concorrentes de peso: os já mencionados padrões SCSI e SATA. O primeiro é bem mais eficiente, porém muito mais caro. Por esta razão, o padrão SCSI só é usado em aplicações que necessitam de alta performance (como servidores, por exemplo). A tecnologia SATA é que veio para tomar o seu lugar, mas como o padrão IDE está no mercado há muito tempo, demorará para cair completamente em desuso.
Tecnologias DMA e UDMA

Antigamente, somente o processador tinha acesso direto aos dados da memória RAM. Com isso, se qualquer outro componente do computador precisasse de algo na memória, teria que fazer esse acesso por intermédio do processador. Com os HDs não era diferente e, como conseqüência, havia um certo "desperdício" dos recursos de processamento. A solução não demorou muito a aparecer. Foi criada uma tecnologia chamada DMA (Direct Memory Access). Como o próprio nome diz, essa tecnologia tornou possível o acesso direto à memória pelo HD ou pelos dispositivos que usam a interface IDE, sem necessidade do "auxílio" do processador.

Quando o DMA não está em uso, normalmente é usado um esquema de transferência de dados conhecido como modo PIO (Programmed I/O), onde, grossamente falando, o processador executa a transferência de dados entre o HD e a memória RAM. Cada modo PIO existente trabalha com uma taxa distinta de transferência de dados, conforme mostra a seguinte tabela:

Modo PIO Taxa de transferência
Modo 0 3,3 MB/s
Modo 1 5,2 MB/s
Modo 2 8,3 MB/s
Modo 3 11,1 MB/s
Modo 4 16,7 MB/s
Modo 5 20 MB/s


É importante frisar que os HDs IDE mais recentes trabalham com um padrão conhecido como Ultra-DMA (UDMA). Essa tecnologia permite a transferência de dados em uma taxa de, pelo menos, 33,3 MB/s (megabytes por segundo). O padrão UDMA não funciona se somente for suportada pelo HD. É necessário que a placa-mãe também a suporte (através de seu chipset), caso contrário, o HD trabalhará com uma taxa de transferência mais baixa. Veja o porquê: existe 4 tipos básicos de Ultra-DMA: UDMA 33, UDMA 66, UDMA 100 e UDMA 133. Os números nestas siglas representam a quantidade de megabytes transferível por segundo. Assim, o UDMA 33 transmite ao computador dados em até 33 MB/s. O UDMA 66 faz o mesmo em até 66 MB/s, e assim por diante. Agora, para exemplificar, imagine que você instalou um HD UDMA 133 em seu computador. No entanto, a placa-mãe só suporta UDMA de 100 MB/s. Isso não significa que seu HD vai ficar inoperante. O que vai acontecer é que seu computador somente trabalhará com o HD na taxa de transferência de até 100 MB/s e não na taxa de 133 MB/s.

Capacidade real de armazenamento

Os fabricantes de discos rígidos aumentam a capacidade de armazenamento de seus produtos constantemente. Todavia, não é raro uma pessoa comprar um HD e constatar que o dispositivo tem alguns gigabytes a menos do que anunciado. Será que o vendedor lhe enganou? Será que a formatação foi feita de maneira errada? Será que o HD está com algum problema? Na verdade, não.

O que acontece é que os HDs consideram 1 gigabyte com sendo igual a 1000 megabytes, assim como consideram 1 megabyte com sendo igual a 1000 kilobytes, e assim por diante. Os sistemas operacionais, por sua vez, consideram 1 gigabyte como sendo igual a 1024 megabytes, e assim se segue. Por conta dessa diferença, um HD de 80 GB, por exemplo, vai ter, na verdade, 74,53 GB de capacidade ao sistema operacional. Um HD de 200 GB vai ter, por sua vez, 186,26 GB.

Portanto, ao notar essa diferença, não se preocupe, seu disco rígido não está com problemas. Tudo não passa de diferenças entre as empresas envolvidas sobre qual medida utilizar.

HDs externos

É possível encontrar vários tipos de HDs no mercado, desde os conhecidos discos rígidos para uso doméstico (ou seja, para PCs), passando por dispositivos mais sofisticados voltados ao mercado profissional (ou seja, para servidores), chegando aos cada vez mais populares HDs externos.

HD externo IomegaO que é um HD externo? Simplesmente um HD que você levar para cima e para baixo, e conecta ao computador apenas quando precisa. Para isso, pode-se usar, por exemplo, portas USB, FireWire e até SATA externo, tudo depende do modelo que você escolher.

O HD externo é útil para quando se tem grandes quantidades de dados para transportar ou para fazer backup (cópia de segurança de seus arquivos). Do contrário, é preferível utilizar pendrives, DVDs regraváveis ou outro dispositivo de armazenamento com melhor relação custo-benefício. Isso porque os HDs externos são mais caros e costumam ser pesados (exceto os modelos de tamanho reduzido). Além disso, devem ser transportados com cuidado, para evitar danos.

A imagem ao lado mostra um HD externo da empresa Iomega, uma das mais conhecidas fabricantes desse ramo.

sábado, 5 de junho de 2010

Material fotorreversível põe 500 Blu-ray em um único disco

Um grupo de químicos japoneses criou o primeiro material capaz de sofrer uma transição fotorreversível de metal para semicondutor.

Segundo eles, a descoberta terá aplicação direta no armazenamento óptico de dados em ultra-alta densidade, com discos capazes de conter até 500 vezes a densidade de um disco Blu-ray.


Alterar a matéria com luz

Nos últimos anos tem havido um interesse crescente na busca de formas de alterar as propriedades físicas da matéria.

A temperatura e a pressão podem transformar materiais, digamos, de isolantes para condutores ou de não-magnéticos para magnéticos - mas os dois parâmetros são de difícil controle no interior de complexos dispositivos de memória em nanoescala.

Em vista disso, os pesquisadores começaram a procurar por formas de alterar a matéria usando luz - as chamadas transições de fase fotoinduzidas - cujo "estímulo" para a alteração da matéria é dado por um laser.

Recentemente, o laser foi usado para criar magnetismo artificial, para permitir que físicos enxergassem através de materiais opacos, para retorcer estruturas rígidas e até para criar um fenômeno quântico conhecido como transparência induzida por luz.

Transição fotoinduzida

Agora, Shin-ichi Ohkoshi e seus colegas da Universidade de Tóquio produziram o que pode ser a transição fotoinduzida - a passagem de um material de uma fase para outra pela ação da luz - mais prática e mais útil já demonstrada.

Segundo os pesquisadores, a transição de metal para semicondutor satisfaz os três requisitos principais para o armazenamento óptico de dados:

1. ela funciona a temperatura ambiente;
2. o estímulo é dado por luz na faixa do ultravioleta - o que é essencial para as memórias de alta densidade;
3. e a luz necessária para gravar os dados na memória é de baixa potência.

Cristais de titânio

Os pesquisadores usaram um material baseado em nanocristais de pentóxido de titânio (Ti3O5), que eles criaram sinterizando o óxido de titântio (TiO2) com hidrogênio.

Os nanocristais de Ti3O5 estão normalmente em um estado de mínima energia, conhecido como "lambda", no qual o material é um condutor metálico.

No entanto, a irradiação dos nanocristais com luz ultravioleta faz com que eles saltem para um outro nível mínimo de energia, o estado "beta", no qual as cargas ficam deslocalizadas, como em um semicondutor.

Para colocar os nanocristais de volta para o estado lambda, basta irradiá-los novamente com luz ultravioleta de um comprimento de onda um pouco menor.

500 Blu-Ray em um disco

"O que eu acho mais interessante para as potenciais aplicações é o fato de que o material obtido é nanoestruturado - isto é, ele possui intrinsecamente uma resolução muito alta e, portanto, pode ser apropriado para armazenamento de dados de ultra alta densidade," diz Alex Kolobov, um especialista em mudança de fase de materiais do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Avançadas do Japão.

Na verdade, o grupo de Ohkoshi acredita que um sistema de memória baseado nos novos nanocristais seria capaz de acomodar uma densidade de dados de 1 terabit por polegada quadrada, ou 500 vezes mais do que um disco Blu-ray.

Eles agora estão planejando criar um protótipo de sistema desse tipo usando a luz de "campo próximo" de um microscópio eletrônico de varredura.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pioneer apresenta mídia com 500GB de capacidade

Na verdade não é nem DVD, nem Blu-Ray e nem CD, mas é algo usando o mesmo formato, em um disco como se fosse um destes que foram citados, porém com 2 grandes diferenças, uma delas que pode armazenas até 500GB, isso mesmo, até 500GB de dados, e outra, é transparente!

A Pionner, apresentou em uma feira em Tóquio o protótipo deste disco multi-camadas, capaz de armazenas incríveis 500GB, e algo que chama a atenção, além é claro da capacidade, é o fato dele ser transparente. Com essa capacidade esse se equivale a cerca de 20 discos de Blue-Ray, ou a 106 disco de DVD, ou cerca de 714 CDs normais de 700MB, tudo isso em apenas uma mídia. Já imaginou !??

Claro, foi apresentado como protótipo e ainda não tem data definida de produção e muito menos de ser colocado no mercado, mas assim como aconteceu com o lançamento mais recente de disco de alta capacidade, o Blue-Ray, creio que em poucos meses estaremos ouvindo falar muito nessa nova mídia ai, que claro ainda não tem nome definido.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Armazenamento de dados na linha do tempo

Ao longo da história da tecnologia, acompanhamos a evolução de diversos dispositivos de armazenamento de dados. Dos robustos e pioneiros discos rígidos da IBM até os leves e compactos HDs externos. Das lendárias fitas magnéticas até as mídias ópticas ultraexpansíveis Blu-rays. Confira a linha do tempo dos principais dispositivos de armazenamento de dados e uma breve descrição da história de cada um.



Fita magnética

Considerada a primeira tecnologia para o armazenamento de dados de computador. O grande avanço aconteceu quando a 3M, em 1972, lançou o modelo de fita cassete com dois rolos. Sofreu diversas modificações, dando origem a outros dispositivos como a fita DAT e a DDS.




Digital Versatle Disc (DVD)

A segunda mídia óptica para o armazenamento de dados de computador chegou ao mercado em 1996, pelas principais fabricantes do mundo como Sony, Philips, Toshiba e a Time-Warner. Os primeiros DVD Players foram lançados, no Japão, em 1997. A capacidade de um DVD é de 4.7 GB, podendo chegar a 8.5 GB, com o formato de dupla camada.




Disco Rígido (HD)

Antes chamada de winchester, a primeira unidade foi construída pela IBM, em 1956. O modelo, que pesava cerca de uma tonelada, era composto por 50 mil setores distribuídos em 50 discos magnéticos, o que totalizava uma capacidade de 5 MB. Hoje é o principal meio de armazenamento em grandes quantidades.




Disquete

Criado em 1967 também pela IBM, o primeiro modelo era o 8-inch (8 polegadas), com uma capacidade de 80 KB. Depois veio o formato de floppy disc de 5,25” (1976) - os famosos discos flexíveis - com até 160 KB. A grande inovação aconteceu em 1979, quando a Sony anunciou os de 3,5 polegadas.





USB Flash Drive

Posteriormente apelidada de pen drive, foi desenvolvida pela IBM e lançada em 2000. O primeiro modelo tinha armazenava 8 MB. Mais compactos, rápidos e resistentes, eles aceleraram o funeral do floppy disc. As portas USB são cada vez mais comuns. O pen drive mais potente é da Kingston, com capacidade para 256 GB em dados.





Cartão de memória

O PC Card (PCMCIA) foi o primeiro cartão de memória distribuído comercialmente nos anos 90, e em seguida outros formatos foram surgindo como o Compact Flash e o Smart Media. O impulso na produção aconteceu quando eletrônicos, como celulares e câmeras digitais, passaram a adotá-los.





Compact Disc (CD)

Lançado pela Philips, no início da década de 80, os CDs trataram de decretar a morte dos disquetes. No atual formato de CD (700 MB) cabem aproximadamente 487 floppies disc de 1.44 MB. A difusão da mídia óptica ocorreu na década de 90, com a popularização dos microcomputadores. Há dois tipos de CDs: o CD-R e o CD-RW.




Blu-ray Disc (BD)

Formato de nova geração capaz de armazenar um volume de dados de alta densidade. A mídia está disponível nos modelos de 25 GB e 50 GB. A Blu-ray Disc Association, grupo responsável pelo desenvolvimento, foi criada pela Sony e Panasonic e veio com a proposta ousada de substituir o DVD. Todos os jogos do PlayStation 3, por exemplo, são em formato Blu-ray.


http://www.folhape.com.br/caderno-informatica

domingo, 11 de abril de 2010

HP apresenta nova solução para backup

A empresa HP anunciou uma nova tecnologia que permite diminuir os custos e o espaço ocupado evitando a redundância do armazenamento de dados.
A tecnologia chamada deduplication pode ser utilizada nos discos e na teoria vai aumentar a capacidade de armazenamento uma vez que permite gravar mais dados no mesmo espaço.
Para as empresas isto vai permitir guardar os seus dados em menos discos reduzindo assim o numero de discos necessários e o espaço que ocupam.
Com dados a rondar o aumento da capacidade em 50 vezes isso pode ser uma grande ferramenta se cumprir o que diz para grandes empresas.